House é um infectologista
e nefrologista que se destaca
não só pela capacidade
de elaborar excelentes
diagnósticos diferenciais,
como também pelo seu
mau-humor, cepticismo
e pelo seu distanciamento
dos pacientes, comportamento
anti-social (misantropia),
já que ele considera
completamente desnecessário
interagir com eles.

House é um médico conceituado do estado de New Jersey, nos Estados Unidos. Além de conseguir elaborar excelentes diagnósticos, as suas especialidades médicas são a infectologia e a nefrologia.
O seu carácter é marcado pelo seu mau-humor, comportamento anti-social, cepticismo e sarcasmo. O local da acção é Princeton-Plainsboro, um moderno hospital universitário público norte-americano.

Quase todos os episódios começam fora do hospital, em aberturas do género cold open, com pessoas anónimas a ter um ou vários sintomas de uma doença tratada em cada um desses episódios. House e a sua equipa iniciam o diagnóstico diferencial de um paciente apenas quando o diagnóstico do mesmo falha nos outros hospitais ou durante episódios de urgência de Plainsboro, tornandos os casos complexos. Apesar de serem raras, as doenças são reais.

Os sintomas conhecidos são enunciados e escritos no quadro branco em que no mesmo são deliberadas várias doenças ou outros sintomas que vão surgindo. Como House gosta de mostrar aos outros que tem razão, recorre muitas vezes ao Método Socrático.
No início de cada tratamento, é muito frequente os médicos associarem um sintoma a uma doença vulgar como lupus, cancro ou infecção. É muito comum também haver discussões entre House e Dr. Foreman pois este acha-o convencido e um "estupor manipulador". Às vezes, os sintomas não são bem definidos porque os pacientes escondem ou simplesmente mentem levando o Dr. House a utilizar muitas vezes a frase "Toda a gente mente / Todo mundo mente" (Everybody lies) corroborando muitas vezes com a frase "os sintomas nunca mentem (The symptoms never lie).

Dadas as teorias de House serem extremamente controversas, as autorizações para as suas práticas são muitas vezes banidas pela directora, a Dr.ª Lisa Cuddy, sobretudo quando envolvem altos riscos e, por vezes, faltas de ética.

Os tempos livres de House são principalmente passados em conversas com o Dr. Wilson, o seu único e melhor amigo, em que um não vive sem o outro. Às vezes, para atingir certos objectivos, House usa-o recorrendo a desculpas e argumentos falaciosos.